Quero escrever pra você,
E ao fazer uso dessas palavras expressar quê,
No marear dos teus olhos castanhos vejo uma profunda tristeza,
Uma confusão sem tamanho e ainda assim,
Tua tão cobiçada leveza;
Que apesar do mundo se acinzentar nos últimos dias, de toda a dor que carregas no peito,
Vez ou outra te toca a alegria e eu muito sortuda,
Te tiro um sorriso sem jeito;
Talvez te pareça que a vida seja um tanto cabreira,
Que faz da nossa felicidade sortida,
Uma dança de muitas cadeiras;
Queria te tirar pra dançar, te levar para o meio do salão,
Quem sabe contigo girar e girar...,
E cairmos como crianças no chão;
Sem os teus medos a assombrar e com toda a minha indiscrição,
Para dentro de você olhar e te erguer com uma única mão;
Quero ver o formato da sua boca em um sorriso se transformar,
E sentir de uma hora pra outra todo o espaço sombrio se iluminar;
Da luz que você irradia, da paz que você emanar, da poesia que aqui se cria, e que escrevo pra te acalentar!
L
E ao fazer uso dessas palavras expressar quê,
No marear dos teus olhos castanhos vejo uma profunda tristeza,
Uma confusão sem tamanho e ainda assim,
Tua tão cobiçada leveza;
Que apesar do mundo se acinzentar nos últimos dias, de toda a dor que carregas no peito,
Vez ou outra te toca a alegria e eu muito sortuda,
Te tiro um sorriso sem jeito;
Talvez te pareça que a vida seja um tanto cabreira,
Que faz da nossa felicidade sortida,
Uma dança de muitas cadeiras;
Queria te tirar pra dançar, te levar para o meio do salão,
Quem sabe contigo girar e girar...,
E cairmos como crianças no chão;
Sem os teus medos a assombrar e com toda a minha indiscrição,
Para dentro de você olhar e te erguer com uma única mão;
Quero ver o formato da sua boca em um sorriso se transformar,
E sentir de uma hora pra outra todo o espaço sombrio se iluminar;
Da luz que você irradia, da paz que você emanar, da poesia que aqui se cria, e que escrevo pra te acalentar!
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